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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Resenha de Carla D. Detomi de "O Massacre em Violenttown"

Dois alunos, Brunna e Julian, amigos desde o ínicio, se deparam com uma situação apavorante dentro de um ambiente escolar na qual conviveram com várias outros alunos e professores, cuja identidade fora extinta, transformados em zumbis. Desgovernados a procura de carne humana,os zumbis estavam por toda a parte e os dois alunos precisaram aprender sobre eles, para poderem se defender e aniquila-los definitivamente. Juntos Brunna e Julian se unem nessa jornada, cuidando um do outro e lembrando que o tempo era curto e que seus dias estavam contados. Desafios e surpresas fizeram do livro O Massacre em Violenttown, uma eletrizante história de arrepiar e que eu, Carla D. Detomi, li e recomendo a outros leitores. - Carla D. Detomi

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Resenha de L.S. Bertolino de "O Massacre em Violenttown"



Ação é a palavra que define esse livro.
Picon conseguiu colocar em todos os capítulos deste livro cenas de tirar o fôlego e de parar o coração. Já no primeiro capítulo, somos apresentados aos protagonistas Julian e Brunna que, imediatamente, são levados a enfrentar uma legião de zumbis que, antigamente, eram seus colegas de turma no Violenttown.
Além da ação, o autor insere os leitores numa perigosa trama, onde há um grande mistério por trás do repentino ataque de zumbis à escola e dos bilhetes deixados a Julian e Brunna em cada canto do colégio. Tudo isso acontece em meio à muito sangue, pancadaria e cenas de embrulhar o estômago, agradando (e muito ) aos grandes fãs de filmes de terror.
É simplesmente um livro excelente, que prende o leitor nas páginas e deixa a cabeça completamente maluca. Personagens vem e vão, lugares surgem e desaparecem a cada esquina. É simplesmente fantástico.
Se gosta de ação e um boa história de zumbi, não pode deixar de conferir "O massacre em Violenttown".

- L.S. Bertolino, autor da série "A Lenda de Arion"

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Entrevista sobre "Etthero Sitiada"



- Post de L.S. Bertolino, autor da série "A Lenda de Arion"

Assim que terminei de ler "O Massacre em Violenttown", de Rodrigo Picon, eis que fico sabendo da notícia de que o livro haverá uma continuação, de nome (ainda provisório) "Etthero Sitiada", próximo livro que o autor irá escrever, como o mesmo prometeu. Surgiu, então, em minha mente, a fim de sanar dúvidas minhas e do público em geral, em um papo descontraído, entrevistar Picon, que rapidamente aceitou.

L.S.: Quando escreveu "O Massacre em Violenttown" possuía história para um só livro. O que o levou a bolar "Etthero Sitiada"?
R.P.: Você não é o primeiro a me perguntar isso... Eu creio que seja por causa dos pedidos do público. Fui obrigado a ouvi-los (risos)

L.S.: Por que o nome "Etthero Sitiada"?
R.P.: O pano de fundo do livro é a cidade de Etthero, ao invés de ser o colégio Violenttown, como no primeiro.

L.S.: Quem são os personagens de "Etthero Sitiada"? Os mesmos de "O Massacre em Violenttown"?
R.P.: Não. Agora são 6 personagens principais, e mais secundários. E, dessa vez, há o fato de haver crianças e adultos também.

L.S.: Julian e Brunna chegam a aparecer em "Etthero Sitiada"?
R.P.: Só lendo para saber. (risos)

L.S.: Teremos muito sangue e zumbis em "Etthero Sitiada", como tivemos em "O Massacre em Violenttown"?
R.P.: Com certeza.

L.S.: Picon, novos segredos nos esperam em "Etthero Sitiada"?
R.P.: A principal ideia de "Etthero Sitiada" é explicar alguns segredos pendentes em "O Massacre em Violenttown". Não há previsão de novos segredos, mas nada implica que não haja. Só lendo realmente para saber.

L.S.: O fim de "O Massacre em Violenttown" foi bastante comentado, tanto positiva quanto negativamente. Repetirá a dose?
R.P.: Ainda não bolei o final do livro, mas tentarei fazer algo diferente do padrão, como aconteceu em "O Massacre em Violenttown"

L.S.: Deixará pano para manga para um terceiro livro? Quem sabe, sei lá, um mundo inteiro infectado? (risos)
R.P.: (risos) Não gosto de apocalipses zumbis (o mundo inteiro), mas não posso falar que não. Depende do pedido do público (risos)

L.S.: Obrigado pela entrevista, Picon!
R.P.: Eu que agradeço. E aproveito para convidar a todos a acompanhar a página de "O Massacre em Violenttown" no Facebook para ficar por dentro dos acontecimentos sobre "Etthero Sitiada".

(Agradeço a L.S. Bertolino pelo excelente post)

sábado, 10 de março de 2012

Nova noite de autógrafos do livro "O Massacre em Violenttown"



O Escritos Vertiginosos tem a honra de ser o primeiro lugar a divulgar a segunda noite de autógrafos do livro "O Massacre em Violenttown", de Rodrigo Picon, um dos autores deste blog, a ser realizado no dia 30 de março agora, a partir das 18 horas e 30 minutos, no Anfiteatro do Instituto Presidente Tancredo Neves (IPTAN), em São João del Rei-MG.
Estão todos convidados para mais essa festa literária.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Lançamento do livro "O Massacre em Violenttown"


No dia 10 de dezembro aconteceu, no Espaço Calêndula, em São João del Rei, MG, o lançamento do livro "O Massacre em Violenttown", de Rodrigo Picon, um dos autores deste blog.
Começado às 21 horas e findado pouco antes do findar daquele dia, a festa de lançamento da obra foi um sucesso de imediato. Com a casa lotada, logo inúmeros curiosos pararam no local a fim de saber o que ali acontecia e ficaram interessados no livro, sendo um dos maiores apreciadores da obra um dos criadores do filme brasileiro "Era dos Mortos", que acabou por levar um exemplar da obra consigo.
O evento teve ajuda imediata do Instituto Apoiar, da própria cidade, que ajudou em diversos momentos - do empréstimo do data show passando a uma maciça divulgação da obra. Além dele, pode-se contar do apoio maciço de dois grandes amigos do autor da obra lançada naquela festa, a dupla Fábio Neves e Douglas Andrade, que apresentaram um ótimo número musical entretendo a todos.
O data show foi um toque especial àquela mágica noite: com slides com zumbis ao fundo, Picon apresentou um pouco do contexto da obra explicando ao público pontos chaves da mesma, ao responder perguntas anteriormente elaboradas, a fim de levar a todos um conhecimento básico daquela obra.
Por fim, a assinatura dos livros adquiridos pelos que ali se encontravam, com dedicatória especial a cada um.

Em suma, pode-se dizer que a noite daquele 10 de dezembro ficará na memória de muitas pessoas por um período de tempo incomensurável. E que venham outras festas de lançamento, deste, e de outros tantos livros que Picon vier a escrever.

Quer ver as fotos do evento? Basta curtir a página do "O Massacre em Violenttown".
Aproveita e fique por dentro de tudo o que ocorre acerca desta majestosa obra.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Cartaz da festa do lançamento do livro "O Massacre em Violenttown"


O Escritos Vertiginosos está mobilizado para a grande noite da festa do lançamento do livro "O Massacre em Violenttown", de Rodrigo Picon, um dos colaboradores do presente blog.
Hoje saiu o cartaz da festa do lançamento, feito pela própria editora que caiu a capa, montou o livro e proporcionou a realização do lançamento, a Editora Multifoco.
E logo logo acontecerá a festa... e você, caro leitor, ficará por dentro de todos os acontecimentos dessa grande festa. Não perca! Dia 10 de dezembro, sábado agora, às 21 horas, no Espaço Calêndula (Rua Marechal Deodoro, 242, Centro), município de São João del Rei, MG. Estão todos convidados!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Nova capa do livro "O Massacre em Violenttown"

Há uma semana do lançamento do livro "O Massacre em Violenttown" na cidade de São João del-Rei, MG, terra dos autores do blog Escritos Vertiginosos, saiu como será a nova capa do livro que será lançado, feita pela Editora Multifoco:


Então? O que achou? Achou melhor ou pior que a antiga? Não deixe de opinar...


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Lançamento do livro "O Massacre em Violenttown"


O Escritos Vertiginosos convida você a participar do lançamento do livro "O Massacre em Violenttown", de Rodrigo Picon

Local: Espaço Calêndula (Rua Marechal Deodoro, 242, Centro, São João del-Rei, Minas Gerais)
Hora: 21 horas
Data: 10/12/11

Um evento literário, com música e leitura de parte do livro ao vivo, em um lugar aconchegante.

Imperdível!

Mais informações acerca do livro, visite a página do livro no Facebook:

Aguardo a todos!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Trecho de O Massacre em Violenttown


“...A cada segundo que se passava naquele local, o gemido sinistro voltava a se repetir, cada vez com mais intensidade, em mais vezes. A cada segundo passado, o silêncio da noite foi sendo preenchido pelos gemidos. E, a cada gemido escutado, minhas forças foram se esvaindo do meu corpo, como um demônio em um corpo exorcizado. Levei as mãos às têmporas, como se quisesse fazer o som esvair-se do meu corpo, mas foi em vão. O som tomou o meu corpo, arrancando dele toda a força necessária para sair daquele inferno...”


CAPÍTULO 1 - ZUMBIS


Etthero, Colégio Itahtari, o Violenttown[1], 31 de maio de 2006

Lá estava eu novamente naquele maldito colégio. Eu odiava aquele colégio do fundo de minha alma. Não por causa do colégio em si, ele era bastante grande – tinha 3 andares – e tinha muita infraestrutura para atender a demanda de alunos. O seu problema era justamente esse: os alunos. O colégio Itahtari não recebeu o nada lisonjeado título de Violenttown à toa: aqui é o colégio da região com maior caso de bullying escolar. A cada dia, 3 ou 4 alunos são vítimas de bullying. Até eu fui alvo de bullying, a minha sorte é que eu sou amigo de um bandido famoso no colégio, e ele me dava certa “proteção”, apesar de que eu tinha uma proteção a mais...

Agora, entretanto, não sofro mais de bullying, por estar no 2º ano, e conhecer o povo do 3º ano, e ambos os anos que dão os bullying nos demais.

A minha turma é mais tranquila que boa parte do colégio. Por incrível que possa ser, somos amigos de quase todos os alunos do Violenttown e não damos bullying em ninguém. E, por isso, o pessoal do terceiro ano não é chegado na gente, apesar de não praticarem bullying conosco.

Eu possuo muitos amigos na minha turma, mas quem está me chamando a atenção agora é Brunna, uma linda e meiga garota que eu conheci quando entrei no segundo ano, e, pelo fato de pegarmos o mesmo ônibus para virmos à escola, acabamos virando amigos. Mas eu quero ser mais que amigo. E poderia ser, se ela não namorasse Ricardo, o pior aluno do terceiro ano, responsável por quase todos os casos de bullying provenientes do terceiro ano. Mas, mesmo assim, eu gostava da Brunna e

continuava sendo o melhor amigo dela no Violenttown.

Aquela noite havia começado normal para mim. Eu vim com Brunna no ônibus e entrei na sala de aula normalmente. Entretanto, o que aconteceu dali em diante foi estranho para mim. Quando entrei na sala, recebamos um jornal, tanto eu quanto Brunna.

- Um jornal?! – perguntou Brunna, para quem estava nos entregando – Por que está nos entregando um jornal?
- O diretor pediu para entregar! – disse o rapaz, enquanto eu e Brunna, que sentava à minha frente, colocávamos as nossas mochilas nas nossas respectivas carteiras

Em seguida, eu e Brunna saímos da sala, pois ainda demorava cerca de quinze minutos para começar a aula. Eu saí com o jornal na mão, fiquei bastante curioso para saber o que o jornal continha. Brunna parecia não se importar, não carregava o jornal consigo.

- Vai aonde, Julian? – perguntou Brunna, com aquela doce boca, olhando com seus olhos verde-esmeralda direto nos meus

- Em lugar nenhum, por quê? – perguntei

- Venha comigo na sala de computadores!

- Vai dar tempo de ir lá? – perguntei

- Qualquer coisa, vamos de elevador!

Assenti à ideia de Brunna e fomos andando em direção às escadas ou ao elevador para podermos chegar ao terceiro andar do Violenttown, onde ficava a sala de vídeo; a biblioteca; a sala de informática, aonde iríamos e as turmas do terceiro ano.

Enquanto caminhávamos pelo gigantesco pátio do Violenttown, abri o jornal e comecei a lê-lo.

- Aqui está contando sobre “O caso do cemitério Earpark”! – disse

- Eu sei! – disse Brunna, seca – Eu vi!

- E por que você está tão seca?

- É porque Joe era meu amigo! – disse Brunna, irritada, olhando para mim, com os olhos cheios de lágrimas

Naquele momento, fiquei sentido com o que Brunna falou. Por algum motivo, eu senti a dor de Brunna. Infelizmente, nada podia fazer, nem para confortá-la, nem para confortar-me de que ela precisava de um conforto que eu não poderia dar.

- Acho melhor mudarmos de assunto! – disse, cabisbaixo, triste

- Não sinta as minhas dores, Julian! – disse Brunna, antes de virar-se novamente e andar, deixando-me para trás

Depois que Brunna disse a última frase, eu fiquei inerte onde estava, pensando no que ela havia me dito. Não sinta as minhas dores..., realmente eu estava sentindo a dor da morte do tal do Joe, que era amigo de Brunna, e não meu. Eu não conhecia esse moleque, a menos pelo fato de que os amigos de Ricardo davam bullying nele todo santo dia, mas nada de mais quanto a isso.

- Ei! – gritou Brunna, no pé da escada – Você vem ou não?

- Sim! – disse, enquanto dirigia-me à porta do elevador

Era estranha a estrutura do Violenttown no segundo e no terceiro andar. Tanto em um quanto no outro havia um imenso espaço vazio no meio, como se fosse para visualizar o primeiro andar mesmo estando no terceiro. Mas, ao contrário do último andar, o segundo havia uma passarela ao meio do espaço, ligando um banheiro ao outro. Enquanto isso, o elevador ficava no meio do pátio, de frente para o espaço vazio, para a passarela e/ou para o corredor principal, dependendo de qual andar você está falando.

Pouco tempo depois, chegamos à sala de computador. Ao entrar, enquanto Brunna se dirigia a um computador vago, ou específico, uma vez que todos estavam vagos, eu olhei no relógio e disse, enquanto fechava a porta:
- Ainda faltam dez minutos. Dá tempo!

- Com certeza! – disse Brunna, enquanto se sentava à frente de um computador, e eu me dirigia para sentar ao seu lado

Enquanto eu me sentava, indaguei-lhe:

- Por que este computador, Brunna?
- É o único que dá para abrir páginas sociais e e-mails!

- Entendo!

Brunna logo abriu várias de suas páginas sociais e seu e-mail. O último que ele foi verificar foi seu e-mail, que possuía diversos e-mails não lidos.

- Realmente você não abre seu e-mail constantemente! – brinquei

- É porque eu não tenho internet em casa. Aí, quando eu venho cedo ao Itahtari, eu venho aqui abrir meu e-mail.

Colégio Itahtari. Brunna é praticamente a única pessoa que se refere ao Violenttown pelo seu verdadeiro nome, Colégio Itahtari.

Eu estava absorto em meus pensamentos, e acordei deles quando Brunna exclamou:

- O que é isso?!

- O que aconteceu? – perguntei, um pouco assustado

- Que e-mail estranho é esse? – perguntou Brunna, enquanto dirigia

o mouse em um estranho arquivo em Power Point, que se chamava “Os 7 dias finais”

- O que aconteceu? – insisti, principalmente porque Brunna chamava de estranho um E-MAIL e estava entrando em um ARQUIVO EM POWER POINT

- Eu recebi um e-mail contendo esse arquivo, só que seu nome é muito estranho!

- Realmente... – concordei, depois de olhar o nome

- Vamos ver o que é! – disse Brunna, enquanto clicava com o mouse para abrir o medonho arquivo

Brunna abre o arquivo, que era em slides. Ele tinha fundo preto, com escritos brancos. Havia desenhos demoníacos ao fundo, em vermelho.

- Que coisa é essa? – perguntou Brunna, assustada com o fundo dos slides

É porque ela ainda não havia lido o que estava escrito. Quando lesse os escritos, sua reação seria pior do que quando viu apenas os desenhos.

Eu também estranhei os slides, mas, em seguida, começamos a lê-los, com ela lendo em voz alta.

Estava escrito, separados por slides:

“As últimas flores desabrochadas

Morreram como um sussurro delicado”

Brunna olha para mim com um olhar de quem não havia entendido nada.

Dei de ombros, para mostrar de que eu estava igual a ela, entendendo bulhufas.

Brunna estava com medo daqueles slides amedrontadores, mas, como a curiosidade era maior que o medo, acabou por continuar a lê-los.

O próximo slide estava escrito:

“Que prende, incendeia, tortura

E massacra a pobre mente humana”

O slide seguinte estava escrito:

“Nada mais devastador para a pobre mente humana

Do que os sussurros delicados vindos da alma”

Brunna olhou novamente para mim com o mesmo olhar de antes, e minha reação foi semelhante à anterior. Novamente a curiosidade era maior que o medo e continuamos a ler os slides:
“Da pobre alma consumida pela carne,

Da pobre alma destruída pelos homens”

- Isso está me dando medo! – disse Brunna, visivelmente com medo

- Eu sei, eu sei, mas... vamos terminar de ler. Deve ser uma daquelas pegadinhas que eles mandam na internet. No final, sempre vem alguma coisa engraçada. Você vai ver!

Nem eu tinha certeza de que haveria, mas sabia que aquilo era uma armação de alguém para brincar com a mente frágil dos outros, como Orson Welles fez em 1938[2]. Brunna criou coragem e voltou a ler os slides, que se seguia para o último e mais estranho:

“Daqui a 7 dias o fim terá chegado

E o doce amargor do fracasso provado”

Em seguida, provou-se que a minha teoria estava errada, pois não terminou de forma dócil e gentil, como normalmente acontece, mas sim aterrorizador, para dar medo ao leitor.

- Daqui a 7 dias o fim terá chegado... – repeti, preocupado e pensativo

- Esse slide foi de muito mau gosto! – disse Brunna, irritada

- Com certeza. Mas, como disse, deve ter sido...

Fui interrompido por um grito, nada engraçado. Já estávamos assustados e, ainda por cima, ouvimos um grito, que parecia ser de alguém que estava com muito, mas muito medo, não quem tomara um susto, ficamos com mais medo ainda.

- O que foi isso?! – perguntou Brunna. Estava bastante assustada, e demonstrava em seu semblante

- Não sei. Vamos lá ver! – eu disse

Saímos correndo, sem titubear. Corremos a passos largos e chegamos em frente à porta em questão de segundos. Abri a porta. Tomamos o maior susto que podíamos ter tomado.

- O que... é isso? – perguntei, assustado



[1] Cidade da Violência. Em inglês, no original

[2] Orson Welles narrou uma invasão alienígena em seu programa, em 1938, causando a maior confusão, pois parte da população acreditou na veracidade dos fatos